A obesidade infantil é, actualmente, um dos mais preocupantes problemas de saúde. No contexto do que se passa na Europa e no mundo, mas em Portugal de uma forma mais acentuada, os últimos estudos sobre a obesidade infantil mostram que o nosso país está no topo da lista, com uma percentagem superior a 30% de crianças obesas, com tendência a agravar-se nos próximos anos.
A questão da obesidade, ao contrário do que muitos possam pensar, não se prende apenas com a imagem física. Traz consigo problemas psicológicos, como baixa auto-estima e dificuldades de relacionamento com os pares (Bullying), facto muitas vezes relacionado com o insucesso e até mesmo fobia escolar. Invariavelmente resultam ainda doenças cardiovasculares, respiratórias, diabetes, doenças musculares e do movimento, até agora encontradas principalmente na população adulta / idosa. A ideia de uma população infantil e jovem afectada por doenças típicas de uma população envelhecida preocupa as autoridades, a população em geral e, neste caso concreto, preocupa também o Assinaturas.
É importante que os pais estejam informados sobre as principais regras de alimentação saudável e os hábitos de família devem modificar-se. No entanto, e como a criança/jovem passa a maior parte do seu tempo na escola, este é o local privilegiado para iniciar mudanças no comportamento alimentar.
No sentido de conhecer os hábitos dos mais jovens o Gabinete de Psicologia do Assinaturas procura, com este inquérito, conhecer questões relativas aos hábitos alimentares, que vão desde o número de refeições diárias, tipo de alimentos consumidos com mais frequência, conhecimento acerca da informação nutricional dos alimentos, hábitos de higiene dentária e corporal, horas de descanso / sono diário, ocupação de tempos livres, tempo disponível por semana para prática de exercício físico bem como as actividades físicas realizadas em família.
Uma vez que prevenção é a nossa melhor aliada, ao promover bons hábitos alimentares e a prática de exercício físico, o Assinaturas estará a formar alunos mais saudáveis, quer física quer psicologicamente. Terá ainda, seguramente, alunos com melhores resultados escolares!
Por: Psicológo Luis Carvalho